Caminho Crítico (sobre o Twitter)

Ainda estudante universitário aprendi para a vida o conceito de caminho crítico, tecnicamente “um grafo” e na prática o mapa do tesouro para atingir objectivos bem definidos de forma óptima, face ao contexto e às restrições de tempo.

O inicio hermético e académico deste texto é apenas um prelúdio para vos anunciar que as redes sociais e em particular o Twitter (twitter.com) entraram na minha vida e alteraram o caminho crítico para estar bem informado e perceber o que está a acontecer neste mundo complexo e multifacetado.

O Twitter é um espaço na internet em que os membros, após se registarem, publicam opiniões, sugestões e noticias, em poucas palavras e de forma muito interactiva. Estabelecem também una rede de pessoas que podem seguir as suas opiniões e sugestões e de pessoas cujas opiniões e notas pretendem eles próprios seguir.

Em poucas semanas a minha rede já tem mais de 1000 pessoas que me seguem ou pessoas que eu sigo. Entre estas há umas dezenas que escolhi a dedo (e se deixaram escolher) para constituírem o meu grupo foco.

Com um grupo de referência que representa várias sensibilidades políticas, académicas, profissionais, idades, géneros, nacionalidades ou regiões do globo, consigo ter em permanência um quadro actualizado do que vai pelo mundo. É a partir dessa central de vigilância que parto para os jornais online, sites informativos, motores de busca, televisões ou publicações em papel, para saber mais e percorrer o caminho crítico da informação actualizada e fidedigna.

O Twitter (e as outras redes sociais) são como tudo na vida. Têm uma parte de divertimento e de espírito de tertúlia, mas também são uma oportunidade de melhorar a capacidade de aceder à informação e de cooperar com quem pretende o mesmo, promovendo a participação e o debate.

Constituem uma força imensa que temos que compreender melhor, para as colocarmos ao serviço dum melhor acesso à informação e duma maior capacidade de acção em prol do bem comum.
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