Autonomia (A Universidade Pública em perigo?)

É consensual o progresso feito na última década por Portugal no domínio do conhecimento, da inovação e da tecnologia. As comparações internacionais são inequívocas e os resultados são visíveis em todos os indicadores.Um dos pilares deste progresso foram as Universidades Públicas que vendo diminuir significativamente
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Boas Contas (Na terra do putativo Nobel)

Se o leitor é como eu uma pessoa de boas contas e pouco dado a aventuras financeiras certamente distingue investimento de despesa corrente e procura que essa despesa não ultrapasse em termos continuados a receita de forma a não se acumularem deficits depois difíceis de controlar e pagar.Sabemos que nos últimos vinte anos a nossa sociedade como um todo não foi
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O Fundo do Túnel (Revista Frontline de Outubro)

Vivemos um tempo de sacrifícios em nome do cumprimento dum plano de consolidação das contas públicas e de financiamento estrutural da nossa economia. É um plano cuja consistência tem vindo a ser posta em causa pelos fracos resultados duma terapia similar em concretização na Grécia e pela forma descompensada como tem sido aplicado em Portugal,
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INDIGNADOS (por uma revolução tranquila)

São muito diferentes as motivações dos largos milhares de cidadãos que um pouco por todo o mundo manifestaram a sua indignação no passado dia 15 de Outubro.Não é séria e fundamentada a teoria conspirativa de que tudo isto está a ser comandado por uma central ideológica algures no planeta real ou virtual, mas também
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Tertúlia (Homenagem a Fausto Correia)

Por ocasião do quarto aniversário da morte de Fausto Correia (8 de Outubro) a Juventude Socialista e a Concelhia de Coimbra do PS desafiaram-me a animar uma tertúlia no café em que Fausto conspirou para afirmar a democracia e utilizou depois como o espaço público dos seus afectos e dos seus projectos políticos.Foi uma homenagem bonita e muito marcante.
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A CURA FALHOU (é precisa uma nova terapia macroeconómica)

Quando os médicos são conceituados e a doença é persistente, é sempre difícil para todos aceitar que a cura falhou e é preciso mudar de terapêutica. Parece-me contudo mais do que evidente que a cura de austeridade cega aplicada na Grécia, em Portugal e com doses mais aliviadas noutros países europeus falhou e tem que ser rapidamente
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