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No arquivo deste blogue:

Visto de Casa (30/04)

Avançar e recuar não são movimentos bons ou maus por natureza. Dependem das circunstâncias. Se dissermos que Portugal avançou no crescimento e recuou no desemprego como estava a acontecer nos últimos anos, os dois verbos estão de mãos dadas para nos ajudarem a dar boas notícias.Já se partilharmos a previsão relativamente consensual de que com a pandemia
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Visto de Casa (29/04j

Passados mais de quarenta dias de confinamento começa a ser difícil orientar-me no espaço e no tempo. Todas as manhãs, depois do expresso que me ajuda a despertar, agarro numa folha A4 e numa caneta de feltro e escrevo em números bem visíveis que dia é, e depois alinho a agenda fixada para esse dia. O dia acaba por nunca ser exatamente como
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Visto de Casa (28/04)

A política quando exercida com nobreza é uma arte bela e que serve os povos. A construção passo a passo da resposta europeia à pandemia, ainda longe de terminada, tem sido um do mais desafiantes e fascinantes processos de negociação política em que estive envolvido em toda a minha vida.  As cimeiras e os plenários servem para definir grandes linhas condutoras, mas usando uma
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Visto de Casa (27/04)

Na minha adolescência li os clássicos que se liam naquela altura e também alguns livros mais ligados à minha costela mística, de que o "Despertar dos Mágicos” de Louis Pauwels e Jacques Bergier, ou o “A Terceira Visão” de Lobsang Rampa são alguns bons exemplos.Outro livro de leitura precoce que muito
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Visto de Casa (26/04)

Voltou a ser Domingo! As rotinas quando preenchidas aceleram o tempo. Sempre foi assim e assim é agora de novo. No início do confinamento o tempo parecia ter parado, os dias eram longos e a respiração era lenta. Depois deu-se a invasão virtual. Já lá vão mais de quarenta dias e parece que foi ontem.Ontem celebrámos a liberdade, com menos proximidade e maior afetividade.
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Visto de Casa (25/04)

Depois de quarenta dias de confinamento chegou o dia da liberdade. Não o ansiado dia da vitória contra o vírus, mas o  dia da memória da vitória contra a ditadura. “Onde é que você estava no 25 de abril?”. Esta pergunta imortalizou o jornalista Baptista Bastos, entretanto falecido. Hoje assinala-se o 25 de abril de 1974. Muitos dos que me leem ainda não
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