Sanções? Haja Senso

 A União Europeia decidiu adiar para Julho o processo de eventual aplicação de sanções pelo incumprimento de Portugal em relação ao limite do “deficit” estipulado no Tratado Orçamental, no ano de 2015. Um limite ultrapassado, como se sabe, pela ocorrência da necessidade de resolução do BANIF no final no ano referido.  Embora a razão política do adiamento tenha resultado
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Constâncio, o BCE e o BANIF

 Se a Comissão de Inquérito da Assembleia da República sobre o caso BANIF entender que lhe é útil ouvir o que tem a dizer Vitor Constâncio, penso que o mesmo tem a obrigação ética e moral de colaborar. Como ex-Governador do Banco de Portugal e profundo conhecedor do sistema financeiro português, poderá certamente dar contributos úteis para a concretização do mandato da Comissão
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Medir o Bem Estar

        Se nos situarmos no início do século em que vivemos e analisarmos as previsões que então se desenharam para os anos seguintes, percebemos como é difícil antecipar o futuro num mundo cada vez mais globalizado e complexo. A evolução tecnológica seguiu uma linha consistente, mas a sua tradução no desenvolvimento, na criação de emprego, na
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Matrix (O homem e a máquina)

 Já atingiu a idade da adolescência a famosa trilogia cinematográfica que tinha como enredo central a luta entre o Homem e a Máquina, assumindo esta o poder de estar conectada em rede e de ter adquirido a capacidade de “aprender” usando os algoritmos da inteligência artificial. Como acabará a “luta” entre máquinas cada vez mais em conexão e seres humanos cada vez mais sós na
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O Espírito de Maio

 No dia primeiro do cada mês de Maio celebra-se o Dia dos Trabalhadores, escolhido simbolicamente por ter sido nessa data que em 1886 se realizou em Chicago, nos Estados Unidos, uma grande manifestação a favor da redução da jornada de trabalho diária para as 8 horas. Entretanto o mundo mudou. Em muitas partes do globo continua a haver um longo caminho a percorrer pela dignidade do
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Liberdade

 Na manhã libertadora do 25 de Abril de 1974, eu estava em Luanda e tinha 14 anos. Já passaram entretanto 42 anos. Os primeiros portugueses nascidos em liberdade são hoje quarentões e já quase não temos no mundo dos vivos, testemunhas do período anterior ao Estado Novo.  Tudo isto me leva a reflectir sobre a liberdade em liberdade, num momento em que nuvens negras nos mostram todos
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